negar qualquer ligação entre Flávio Bolsonaro e o chamado caso do Banco Master, e contra-atacar o Partido dos Trabalhadores (PT), questionando a conduta do governo federal.
Segundo o documento, o partido rejeita as associações feitas num vídeo exibido durante o 8.º Congresso Nacional do PT, que vinculava Flávio Bolsonaro a alegados esquemas envolvendo o banco ligado ao empresário Daniel Vorcaro. A peça, atribuída ao marqueteiro Raul Rebelo, também citava o ex-presidente do Banco Central Roberto Campos Neto.
Na resposta, Sóstenes sustenta que as acusações são infundadas e fazem parte de uma estratégia política para desviar o foco de problemas do governo. A nota afirma que esse tipo de abordagem procura “produzir ruído” e influenciar a perceção pública por meio de narrativas.
Além da defesa de Flávio Bolsonaro, o PL levanta questionamentos sobre reuniões entre Vorcaro e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, alegadamente realizadas fora da agenda oficial, sugerindo falta de transparência.
O vídeo do PT, por sua vez, insere-se no contexto de disputa política e pré-campanha eleitoral, reforçando críticas ao senador e retomando acusações anteriores, como o caso das “rachadinhas” durante o período em que Flávio era deputado estadual no Rio de Janeiro.
Em síntese, o episódio evidencia uma escalada retórica típica de períodos pré-eleitorais: de um lado, o PT intensifica ataques associando adversários a suspeitas de irregularidades; do outro, o PL reage negando envolvimento e tentando reposicionar o debate, apontando fragilidades no campo governista.
