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Política

Haddad anuncia saída da Fazenda para auxiliar candidatura de Lula e admite revisões no arcabouço fiscal

Última atualização: 18 de Dezembro, 2025 19:03
Por
Tales Santos Vieira
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3 Min Leia
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O ministro comunicou ter exposto a Lula que não pretende disputar as eleições de 2026, e Lula teria aceitado; Haddad reconheceu que a proposta de jornada 6 por 1 pode se tornar um tema eleitoral. O chefe da Fazenda, Fernando Haddad (PT), declarou nesta quinta-feira (18) que planeja deixar o Ministério da Fazenda para atuar na campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 2026.

As afirmações foram feitas durante um encontro de final de ano com a imprensa.

“Manifestei o interesse de auxiliar a campanha do presidente Lula, e isso é incompatível com a função de ministro da Fazenda. Expliquei ao presidente que, se meu desejo for atendido, uma mudança na liderança aqui seria necessária. Como não há impedimento formal, nessas condições vou discutir com ele em janeiro. Se puder contribuir com a campanha, o farei”, afirmou Haddad.

Ele destacou que deve permanecer no cargo, no máximo, até fevereiro de 2026, pois a pasta necessitará de nova liderança para os ajustes no orçamento do próximo ano, bem como para a proposta da LDO de 2027 (que precisa ser concluída até abril).

Haddad não nomeou seu possível substituto, mas expressou confiança em seus secretários — sugerindo que o segundo em comando, Dario Durigan, pode assumir a posição.

De acordo com Haddad, Lula afirmou que respeitará qualquer decisão que ele tomar.

“Comentei com ele [Lula] que não pretendia concorrer nas eleições de 2026. E a resposta dele foi essa, que respeitará minha escolha. Há muitas especulações”, completou o ministro. Perguntado por jornalistas, ele disse que ainda é prematuro definir qual será o “lema” da campanha de 2026, mas admitiu que a discussão sobre a jornada 6 por 1 pode entrar na agenda. “Pode se tornar um assunto da campanha, veremos como as forças políticas se posicionarão”, declarou.

“Há um debate no Congresso sobre o modelo 6 por 1. O presidente é favorável à ideia, e deixou claro que não vê isso como uma iniciativa do Executivo. Deve ser uma demanda da sociedade, com os empresários. Em muitos setores, a jornada já é de 40 horas. Há uma ou outra atividade que ainda não aderiu”, explicou o ministro Haddad.

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