PF havia dito que, para realizar fiscalização efetiva, seria necessário colocar agentes dentro da moradia do ex-presidente. Para PGR, medida é desnecessária. Moraes apontou risco de fuga e determinou monitoramento em tempo integral de Bolsonaro. A Procuradoria-Geral da República (PGR) afirmou nesta sexta-feira (29) ao Supremo Tribunal Federal (STF) que não vê necessidade de aumentar as condições de segurança no interior da casa em que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) cumpre prisão domiciliar em Brasília.
Em documento enviado ao STF, a PGR avalia que até pode haver um aumento na fiscalização do cumprimento prisão domiciliar, com monitoramento da parte externa da residência com câmeras, mas que não há necessidade de colocar agentes no interior da moradia, como havia sugerido a Polícia Federal.
“Não se mostra à Procuradoria-Geral da República indeclinável que se proceda a um incremento nas condições de segurança no interior da residência”, afirmou o procurador-geral Paulo Gonet.
