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Saúde

Tricotilomania: entenda porque problema que afeta Amanda do BBB23 aparece

Última atualização: 4 de Maio, 2023 10:55
Por
Erre Soares
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4 Min Leia
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Para entender o que é tricotilomania, vale começar descobrindo o significado dessa palavra. Ela vem do grego: trico quer dizer “cabelo”, tilo é “puxar”. Pois bem, esse é o nome que se dá a uma desordem comportamental em que a pessoa sente um impulso recorrente e incontrolável de arrancar os fios de cabelo ou os pelos de outras partes do corpo (sobrancelhas, cílios e barba, por exemplo). Com isso, os cabelos e os pelos ficam rarefeitos nesses locais.

Especialistas apontam que o ato pode ser consciente, ou seja, o paciente relata que puxa os fios, ou pode ocorrer de maneira automática sem que a pessoa tenha percepção de que ela é a causadora da retirada deles.

O médico Gustavo Martins explica que a tricotilomania é classificada como transtorno de controle dos impulsos e faz parte do mesmo espectro do Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC). Em 5 a 20% dos casos, a tricotilomania evolui para a tricofagia, distúrbio em a pessoa ingere os fios logo depois de arrancá-los, o que, a longo prazo, pode levar a um quadro de obstrução do trato digestivo pelos tufos de cabelo ingeridos.

“Mas muitos podem se perguntar: e por que esse problema aparece? A causa da tricotilomania ainda não foi totalmente definida. Sabe-se até aqui que, provavelmente, exista uma tendência genética. “Eventos estressores podem funcionar como gatilho. E a faixa etária de incidência é dos 10 aos 13 anos. Inclusive, nos jovens, a distribuição é igual entre meninas e meninos. Já na idade adulta, as mulheres são mais acometidas, com proporção de quatro mulheres para um homem”, explica.

Para Gustavo, áreas de rarefação dos cabelos e dos pelos, localizadas ou disseminadas, são o sintoma mais frequente. Como elas são perceptíveis, costumam levar a pessoa ao consultório do dermatologista. Quando a própria pessoa ou os familiares referem que os fios são arrancados, chegar ao diagnóstico costuma ser mais fácil.

“Acontece que, muitas vezes, o médico não tem essa informação. O paciente apresenta diversas áreas de rarefação dos cabelos ou dos pelos que podem ser sintoma de diversas outras doenças. Por isso, consultar um dermatologista é fundamental. Com o uso de um aparelho chamado dermatoscópio, ele visualiza as hastes dos fios com lente de aumento. Dessa forma, a avaliação das alterações que ocorrem quando eles são tracionados permite afastar a hipótese de outras doenças que atingem os cabelos e confirmar o diagnóstico de tricotilomania”, explicou.

Sobre o tratamento, Gustavo explica que, inicialmente, busca-se o controle do quadro. “Se o controle permanece a médio/longo prazo, mesmo depois da suspensão do tratamento, pode-se considerar que houve cura. Mas é importante deixar claro que pode ocorrer, digamos, recaídas”, diz.

Gustavo explica também que, preferencialmente, o tratamento deve ser multidisciplinar. Além do dermatologista, pode ser necessário consultar um psiquiatra e um psicólogo, e recorrer a medicamentos para ansiedade ou depressão, por exemplo. “Em outros casos, a terapia cognitivo-comportamental, em que a pessoa aprende a identificar os gatilhos e a lidar com eles, costuma ser útil”, explicou.

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