Nessa quarta-feira, o Irã alertou o mundo para se preparar para o petróleo a US$ 200 por barril, enquanto suas forças atacavam navios mercantes e a Agência Internacional de Energia recomendava a liberação maciça de reservas estratégicas.
A guerra, desencadeada por ataques aéreos dos EUA e de Israel, já matou cerca de 2 mil pessoas, a maioria iranianos e libaneses, e lançou o caos nos mercados globais de energia e transporte.
O Irã também disparou contra Israel e alvos em todo o Oriente Médio, demonstrando que ainda pode revidar, apesar dos ataques aéreos mais intensos desde o início da guerra.
Na quarta-feira, três embarcações teriam sido atingidas nas águas do Golfo Pérsico, e a Guarda Revolucionária do Irã disse que suas forças haviam disparado contra navios que desobedeceram às suas ordens.
O presidente dos EUA, Trump, sugeriu que a guerra não duraria muito mais tempo, mas o ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, disse que a operação “continuará sem limite de tempo, até que sejam atingidos todos os objetivos”.
O Pentágono também alertou que o Irã pode estar planejando atacar a infraestrutura de petróleo e energia de propriedade dos EUA no Iraque, e que as milícias já haviam atacado hotéis frequentados por norte-americanos no Iraque.
Os preços do petróleo subiram quase 5% na quarta-feira, em meio a novos temores sobre a interrupção do fornecimento, enquanto os principais índices de ações de Wall Street caíam.
