O Tabloide BrasilO Tabloide BrasilO Tabloide Brasil
  • Sociedade
    • Natureza
    • Economia
    • País
    • Política
    • Segurança
    • Turismo
  • Saúde
    • Ciência
  • Esportes
  • Justiça
  • Mundo
  • Cultura
    • Artes
    • História
    • Literatura
  • Colunas
    • Bem Estar
    • Esporte
    • Jurídico
    • Negócios
  • Tech
    • Internet
Notificação Mostre mais
Resizer fonteAa
O Tabloide BrasilO Tabloide Brasil
Resizer fonteAa
  • Sociedade
  • Saúde
  • Esportes
  • Justiça
  • Mundo
  • Cultura
  • Colunas
  • Tech
Search
  • Sociedade
    • Natureza
    • Economia
    • País
    • Política
    • Segurança
    • Turismo
  • Saúde
    • Ciência
  • Esportes
  • Justiça
  • Mundo
  • Cultura
    • Artes
    • História
    • Literatura
  • Colunas
    • Bem Estar
    • Esporte
    • Jurídico
    • Negócios
  • Tech
    • Internet
Siga-NOS
Saúde

Obstetras querem mudar a realidade dos partos no Brasil

Última atualização: 20 de Fevereiro, 2021 13:27
Por
Redação O Tabloide
Compartilhar
4 Min Leia
Imagem de Free-Photos por Pixabay
Compartilhar

A mulher quando engravida ou pensa em se tornar mãe, além dos medos naturais que envolvem a saúde do bebê, existe ainda o receio do tipo de parto que será submetida, se será bem acompanhada por um profissional, se terá todas as dúvidas respondidas durante a jornada e o principal: se terá seu direito de escolha respeitado no momento mais mágico e importante de sua vida: o parto – o começo de tudo. Esse tripé, físico e emocional, acompanha a mulher durante a gestação.

Quando olhamos os dados, a lógica de como os partos são conduzidos aqui no Brasil vai justamente na contramão do que as gestantes desejam, o que é uma incongruência. Existem mulheres que querem parto normal, porém sua condição clínica não possibilita desta maneira e cabe ao médico explicar as razões, do contrário, pode colocar em risco a vida da mãe e do bebê. “Cesariana salva vida, e é importante que se diga isso sempre. O que não é aceitável, e é nisso que embasamos nosso protesto, é o uso indiscriminado de como é utilizada no Brasil.”, afirma a diretora médica da Theia, Laura Penteado, que coordena a equipe de obstetras.

Com o objetivo de ressignificar o parto e transformar mentalidades, um grupo de obstetras em São Paulo uniu-se à healthtech startup Theia para desafiar o modelo tradicional de saúde da mulher vigente no Brasil, em que a maioria das grávidas não têm poder de decisão e protagonismo da sua própria história. Porém, essa transformação só acontecerá de verdade na sociedade se houver a adesão das pessoas, e à medida em que as mulheres têm acesso à informação, dados, pesquisa e uma equipe de médicos especializados e comprometidos com a causa. “Queremos que as gestantes sintam-se seus medos acolhidos, escutados, legitimados e transformados em apoio, respeito e autoconfiança. É olhar nos olhos delas e dizer a cada uma: #vocênãotásozinha”, reforça a médica.

Cenário

É assustador. O Brasil ocupa o segundo lugar no mundo em número de cesáreas, com uma taxa de acima de 55% do total de partos. Na América Latina, região com maior taxa de intervenções (44,3%) do mundo, o país perde somente para a República Dominicana (58,1%). Por outro lado, pesquisa da Fiocruz, em parceria com diversas instituições científicas do país, mostram que 70% das brasileiras desejam um parto normal no início da gravidez.

No sistema privado de saúde este número assusta ainda mais: 86% das mulheres são submetidas a cesáreas. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 15% seria um índice adequado para a realização do procedimento. “Os números são sintomas de um sistema que não foi desenvolvido centrado na mulher, na mãe. No momento em que essas mulheres mais precisam de apoio, informação e cuidado, acabam sendo engolidas por um sistema guiado pela produtividade (maior número de atendimentos num menor tempo possível)”.

Juntas, essas profissionais desejam levar esse tipo de assistência ao maior número de mulheres possível. “Uma assistência integrada e humanizada desde o começo da gestação muda destinos, histórias e o sentido da vida. Meu sonho é que a obstetrícia possa ter esse olhar para todas as mulheres”, finaliza a obstetra Larissa Cassiano.

O olhar de diversos profissionais para a mesma mulher, que a coloquem verdadeiramente no centro da experiência da gestação, tem atraído gestantes. “Acredito muito na potência do atendimento multidisciplinar da humanização da mulher para que ela tenha uma jornada tranquila e com mais segurança”, afirma a obstetra Débora Oriá.

Compartilhe este artigo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Reddit Telegram Email Cópia de Link
Sem comentários

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Últimas Notícias

Flávio Bolsonaro diz que conversou com Cláudio Castro e está em avaliação “caminho a seguir”
Política
Petrobras pagou R$ 277,6 bi em tributos em 2025; saiba detalhes
Seis nações europeias e Japão se mobilizam para garantir passagem segura em Ormuz
Internacional
Alexandre de Moraes aguardará perícia médica para decidir sobre domiciliar de Jair Bolsonaro
Política
Gilmar Mendes barra quebra de sigilo de fundo ligado a Toffoli e limita apuração da CPI
Gilmar Mendes barra quebra de sigilo de fundo ligado a Toffoli e limita apuração da CPI
Justiça
- Advertisement -
Ad image

Você pode gostar também!

Saúde

Vacinação em São Paulo é suspensa

2 Min Leia
Saúde

Alimentos para crianças disponíveis no mercado: açúcar em excesso e nutrientes em falta, alerta estudo

4 Min Leia
Saúde

Cirurgias plásticas mal sucedidas: o que fazer para evitar erros e escolher um médico confiável

4 Min Leia
ministerio-quer-voltar-a-distribuir-caderneta-da-crianca-ainda-em-2023
Saúde

Ministério quer voltar a distribuir Caderneta da Criança ainda em 2023

3 Min Leia
O Tabloide Brasil
  • Política Privacidade
  • Termos e Condições
© 2018 - 2026. Todos os diretos reservados. Proibida a reprodução. Desenvolvido por Agência Caparaó.
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

Perdeu sua senha?