O Tabloide BrasilO Tabloide BrasilO Tabloide Brasil
  • Sociedade
    • Natureza
    • Economia
    • Nacional
    • Política
    • Segurança
    • Turismo
  • Saúde
    • Ciência
  • Esportes
  • Justiça
  • Mundo
  • Cultura
    • Artes
    • História
    • Literatura
  • Colunas
    • Bem Estar
    • Esporte
    • Jurídico
    • Negócios
  • Tech
    • Internet
Notificação Mostre mais
Resizer fonteAa
O Tabloide BrasilO Tabloide Brasil
Resizer fonteAa
  • Sociedade
  • Saúde
  • Esportes
  • Justiça
  • Mundo
  • Cultura
  • Colunas
  • Tech
Search
  • Sociedade
    • Natureza
    • Economia
    • Nacional
    • Política
    • Segurança
    • Turismo
  • Saúde
    • Ciência
  • Esportes
  • Justiça
  • Mundo
  • Cultura
    • Artes
    • História
    • Literatura
  • Colunas
    • Bem Estar
    • Esporte
    • Jurídico
    • Negócios
  • Tech
    • Internet
Siga-NOS
Seguranças que espancaram ciclista em Copacabana continuam presos por decisão judicial
Justiça

Entregadores envolvidos em espancamento fatal de ciclista no Rio têm prisões mantidas

Última atualização: 24 de Agosto, 2026 8:52
Por
Erre Soares
Compartilhar
4 Min Leia
📷 Frame Camera de segurança
Compartilhar

Rio de Janeiro (RJ) – A Justiça do Rio de Janeiro confirmou, neste domingo (23), a manutenção da prisão temporária dos entregadores por aplicativo Felipe Eduardo dos Santos Silva, de 23 anos, e Ailton José da Silva, de 24 anos. Ambos são investigados pelo espancamento que resultou na morte do ciclista Cláudio Rafael Landeiro Moreira, de 37 anos, ocorrido em Copacabana após a vítima ser confundida com um assaltante.

As decisões ocorreram em audiências de custódia distintas. A juíza Laura Noal Garcia, que analisou a situação de Felipe, constatou a plena validade do mandado expedido pela investigação e determinou o prosseguimento da prisão. No caso de Ailton, o juiz Rafael de Almeida Rezende destacou que o decreto de prisão temporária por 30 dias cumpre todos os requisitos legais. No dia anterior, sábado (22), o mesmo entendimento manteve encarcerados os seguranças de rua Davi Santos Machado e Jorge Luiz Ricardo Dias.

Uma sequência de erros e violência

O episódio que tirou a vida de Cláudio começou no fim da noite de 11 de junho. Ele saiu de sua residência, em Botafogo, por volta das 22h30, utilizando a bicicleta de sua irmã. Pouco antes das 23h, chegou à Rua Barata Ribeiro, em Copacabana, onde parou em uma loja de conveniência. Ao sair e parar em uma esquina, o ciclista foi abordado pelo segurança Davi Santos Machado, que portava um porrete de madeira.

Davi passou a interrogar a vítima sobre a origem da bicicleta. Cláudio chegou a dizer que o veículo não era seu, mas, devido a limitações decorrentes de transtornos psicológicos, não conseguiu concluir a explicação de que pertencia à irmã. Diante da hesitação, o segurança Jorge Luiz Dias tomou o veículo à força. Ao tentar reaver a bicicleta, Cláudio recebeu a primeira paulada de Davi.

Agressão sem chance de defesa

Sem o transporte, Cláudio caminhou até a Rua Felipe de Oliveira e sentou-se na portaria de um edifício. Foi quando Davi e os dois entregadores o cercaram. Registros de câmeras de segurança mostram que, em um intervalo de seis minutos, a vítima recebeu 57 golpes de porrete, concentrados principalmente na região da cabeça, além de chutes nas costas e no crânio.

Após as agressões, o grupo dispersou. Davi usou o próprio celular para filmar a vítima caída no chão, comportamento repetido por um dos entregadores, que compartilhou as imagens em grupos de moradores locais. Embora Jorge Luiz não tenha participado da agressão física direta nessa segunda etapa, ele omitiu socorro ao não acionar o resgate. Cláudio foi socorrido por uma ambulância dos bombeiros cerca de meia hora após o ocorrido, mas faleceu no Hospital Miguel Couto na madrugada do dia 12.

Em depoimento, Davi Machado afirmou que não sabia justificar a dimensão da violência aplicada e admitiu que sequer tinha certeza se a bicicleta era fruto de roubo. Os investigadores ainda buscam identificar um quinto envolvido, que aparece nas imagens desferindo um chute contra a cabeça do ciclista e segue foragido. Todos os indiciados responderão por homicídio qualificado por motivo fútil, meio cruel e recurso que impossibilitou a defesa da vítima.

MARCADOCaso Cláudio RafaelCopacabanaJustiça do RioPrisão temporáriaviolência urbana
Compartilhe este artigo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Reddit Telegram Email Cópia de Link
Sem comentários

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Últimas Notícias

Justiça Federal e órgãos de controle ganham reforço financeiro com sanção de três novas leis
Justiça Federal e órgãos de controle ganham reforço financeiro com sanção de três novas leis
Justiça
Brasileirão Feminino define quatro semifinalistas neste fim de semana com duelos decisivos
Brasileirão Feminino define quatro semifinalistas neste fim de semana com duelos decisivos
Esportes
STF investiga Cláudio Castro por propina milionária e abre risco de afastamento do governador
STF investiga Cláudio Castro por propina milionária e abre risco de afastamento do governador
Justiça
Fachin admite crise institucional no STF, com desconfiança e polarização no país atual
Mendonça e Gonet têm cinco dias para responder a acusações de Moraes após ordem de Fachin
Justiça
- Advertisement -
Ad image

Você pode gostar também!

Dono do banco Master propõe delação premiada à Polícia Federal e à PGR
Justiça

Daniel Vorcaro detalha defesa à Polícia Federal sobre suspeitas no Banco Master

2 Min Leia

MPF abre investigação para apurar falas do pastor André Valadão

3 Min Leia

Cúpula da PGR, após saída de Aras, é composta por mulheres

2 Min Leia

Julgamento de suspeição de Moro está em 2 a 2

1 Min Leia
O Tabloide Brasil
  • Política Privacidade
  • Termos e Condições
Contato: Telefone: +351 919 895 989 – +55 21 93618-0070
© 2018 - 2026. Todos os diretos reservados. Proibida a reprodução.
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

Perdeu sua senha?