Brasília (DF) – O terceiro balanço do dia emitido pela Justiça Eleitoral, consolidado às 15h30 deste domingo (4), aponta a troca de 1.544 urnas eletrônicas em território nacional. O processo, parte da logística de contingência preparada para o primeiro turno das eleições, ocorre em casos de falhas operacionais que impedem o funcionamento pleno dos equipamentos.
Embora o número possa parecer expressivo isoladamente, o volume de substituições reflete uma parcela ínfima do parque tecnológico montado para o pleito: apenas 0,28% das 499.248 urnas distribuídas pelo país apresentaram algum tipo de entrave técnico. A estrutura de prontidão permanece robusta, mantendo 50.038 urnas reserva prontas para serem acionadas caso novos problemas sejam registrados até o encerramento do horário de votação.
A Justiça Eleitoral opta por não detalhar as razões específicas por trás de cada troca, concentrando-se apenas na eficácia da substituição rápida para assegurar que o eleitor não seja prejudicado. A norma é clara quanto ao procedimento de urgência. Se a urna substituta também falhar, o protocolo final prevê a transição para a votação por cédulas de papel — uma alternativa de segurança que, até o momento, não precisou ser utilizada em nenhuma seção eleitoral do país.
Este domingo mobiliza um universo de 158 milhões de eleitores aptos a comparecer às urnas. O pleito define os ocupantes dos cargos de presidente, governador, senador, deputado federal e deputado estadual ou distrital. A fluidez do processo, apesar das falhas técnicas naturais em uma operação desta magnitude, segue dentro das expectativas dos órgãos responsáveis pela organização do sistema de votação.
