Na sexta-feira, 17 de abril, o Dia Mundial da Hemofilia foi lembrado com uma campanha da Federação Mundial da Hemofilia para reforçar a importância do diagnóstico como primeiro passo essencial no tratamento e cuidado de pacientes. De acordo com a federação, mais de três quartos das pessoas com hemofilia em todo o mundo ainda não foram diagnosticadas, o que significa que centenas de milhares de pessoas não têm acesso a cuidados básicos.
Diagnóstico Preciso é fundamental para o tratamento de pessoas com distúrbios hemorrágicos, como a hemofilia. No entanto, em muitas partes do mundo, barreiras continuam a atrasar ou impedir o diagnóstico correto, resultando em taxas de diagnóstico inaceitavelmente baixas, de acordo com o presidente da federação, Cesar Garrido.
A hemofilia é uma condição genética rara que afeta a coagulação do sangue, causada pela deficiência nos fatores que ajudam a formar um curativo natural do corpo. Existem dois tipos de hemofilia: hemofilia A, deficiência no Fator VIII, e hemofilia B, deficiência no Fator IX. A doença pode ser classificada em três categorias: grave, moderada e leve, dependendo da quantidade de fator presente no plasma.
A hemofilia é mais provável de ocorrer em homens do que em mulheres, pois a doença é resultado de um defeito genético no cromossomo X. No entanto, a hemofilia também pode ocorrer em pessoas do sexo feminino, em decorrência da união de homem e mulher com hemofilia. É importante que as pessoas com hemofilia tenham acesso a diagnóstico preciso e tratamento adequado para evitar complicações graves.
Tratamento e Cuidado são fundamentais para as pessoas com hemofilia. O diagnóstico preciso é a porta de entrada para o tratamento, e é essencial que as pessoas com hemofilia tenham acesso a cuidados básicos e tratamento adequado. A Federação Mundial da Hemofilia convoca a comunidade global a se unir na defesa de capacidades diagnósticas mais robustas em todos os lugares, porque sem diagnóstico não há tratamento e, sem tratamento, não há progresso.
