O Tabloide BrasilO Tabloide BrasilO Tabloide Brasil
  • Sociedade
    • Natureza
    • Economia
    • Nacional
    • Política
    • Segurança
    • Turismo
  • Saúde
    • Ciência
  • Esportes
  • Justiça
  • Mundo
  • Cultura
    • Artes
    • História
    • Literatura
  • Colunas
    • Bem Estar
    • Esporte
    • Jurídico
    • Negócios
  • Tech
    • Internet
Notificação Mostre mais
Resizer fonteAa
O Tabloide BrasilO Tabloide Brasil
Resizer fonteAa
  • Sociedade
  • Saúde
  • Esportes
  • Justiça
  • Mundo
  • Cultura
  • Colunas
  • Tech
Search
  • Sociedade
    • Natureza
    • Economia
    • Nacional
    • Política
    • Segurança
    • Turismo
  • Saúde
    • Ciência
  • Esportes
  • Justiça
  • Mundo
  • Cultura
    • Artes
    • História
    • Literatura
  • Colunas
    • Bem Estar
    • Esporte
    • Jurídico
    • Negócios
  • Tech
    • Internet
Siga-NOS
Promotor Lincoln Gakiya, com 20 anos de investigação, vê EUA ameaçar soberania do Brasil
Justiça

Promotor Lincoln Gakiya, com 20 anos de investigação, vê EUA ameaçar soberania do Brasil

Última atualização: 12 de Março, 2026 16:00
Por
Erre Soares
Compartilhar
4 Min Leia
📷 Lula Marques/Agência Brasil
Compartilhar

O promotor de Justiça Lincoln Gakiya, do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público de São Paulo, alertou: a possível classificação do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas pelos Estados Unidos pode ser uma ameaça à soberania brasileira. A declaração foi feita na quinta-feira (12), durante o programa “Alô Alô Brasil” da Rádio Nacional, em entrevista ao jornalista José Luiz Datena.

Contents
  • Por que não terroristas?
  • Riscos para o Brasil

Gakiya expressou preocupação com a possibilidade de “abrir um flanco” para que, no futuro, ocorram operações militares secretas, da CIA (Agência Central de Inteligência) ou de forças especiais americanas, nas fronteiras ou dentro do território brasileiro. Ele é um dos maiores especialistas no crime organizado do Brasil, investigando o PCC há mais de 20 anos e vivendo sob escolta policial há mais de 10 anos devido a ameaças.

Por que não terroristas?

Para o promotor, as facções brasileiras deveriam ser classificadas como organizações criminosas do tipo mafioso, e não terroristas. Ele explicou que o conceito de terrorismo da ONU (Organização das Nações Unidas) exige motivação ideológica para atos violentos, como crimes de ódio por raça, etnia, religião ou razões políticas.

Segundo Gakiya, o PCC e o CV não apresentam essas características. Ele os descreve como organizações mafiosas, com atuação transnacional, estrutura empresarial, capacidade de infiltração no Estado pela corrupção de agentes públicos e dominação territorial. Essas são marcas típicas de grupos mafiosos.

Riscos para o Brasil

O promotor avalia que a mudança de status jurídico das facções traria “mais prejuízos do que benefícios” ao Brasil. Acredita que isso permitiria ao governo dos Estados Unidos tratar a segurança pública brasileira sob uma ótica militar e de segurança nacional, diferente da policial.

Gakiya alertou que a legislação americana prevê ações militares em outros países caso a segurança ou a integridade do território ou população dos EUA seja ameaçada. Ele citou como exemplo o risco de o Brasil se tornar alvo de uma operação militar similar à que ocorreu na Venezuela em janeiro deste ano.

Além das ações militares, o promotor destacou a possibilidade de o Brasil sofrer sanções econômicas severas. A lei americana permite que o governo aplique sanções quando uma organização é classificada como terrorista. “Empresas multinacionais podem ter que vir a tirar suas sedes do Brasil, por exemplo”, ponderou Gakiya, indicando impacto direto na economia.

Outra implicação grave seria a alteração no sigilo das informações compartilhadas entre os órgãos de segurança dos dois países. Os dados seriam centralizados na CIA ou em órgãos militares, o que poderia atrapalhar investigações conjuntas e inviabilizar futuras cooperações.

O promotor observou que parte da população brasileira, influenciada por um viés político, acredita que classificar essas facções como terroristas vai endurecer a situação dos criminosos e melhorar as investigações, além de atrair recursos estrangeiros. No entanto, ele contesta essa visão.

“Pelo contrário”, afirmou Gakiya. Com a reclassificação, as organizações passariam a ser vistas como um risco à segurança nacional dos EUA, e o assunto sairia da esfera policial para a militar. Isso, segundo ele, complicaria ainda mais a situação e os canais de cooperação.

MARCADOCrime organizadoEstados UnidosLincoln GakiyaSoberania Brasileiraterrorismo
Compartilhe este artigo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Reddit Telegram Email Cópia de Link
Sem comentários

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Últimas Notícias

Copa Davis retorna ao Rio de Janeiro com início da venda de ingressos para duelo com Suíça
Câncer de pulmão atinge estágios avançados em quase 90% dos pacientes atendidos pelo SUS
Saúde
STF interrompe análise sobre validade da proibição de jogos de azar no Brasil
STF interrompe análise sobre validade da proibição de jogos de azar no Brasil
Justiça
Copa Davis retorna ao Rio de Janeiro com início da venda de ingressos para duelo com Suíça
Governo de Javier Milei recua em projeto que facilitava venda de terras a estrangeiros
Internacional
Anvisa ordena recolhimento nacional de detergentes e sabões da marca Ypê
Anvisa retira do mercado suplementos irregulares e identifica lote falsificado de hormônio
Saúde
- Advertisement -
Ad image

Você pode gostar também!

STJ adia julgamento que pode restabelecer condenação de Ustra

2 Min Leia

Juiz nega suspender indicação de Zanin ao Supremo

3 Min Leia
EconomiaJustiça

Justiça não pode penhorar auxílio emergencial para pagar dívidas

2 Min Leia
gilmar-mendes-suspende-investigacao-que-envolve-aliados-de-lira
Justiça

Gilmar Mendes anula arquivamento de ação contra Bolsonaro

2 Min Leia
O Tabloide Brasil
  • Política Privacidade
  • Termos e Condições
Contato: Telefone: +351 919 895 989 – +55 21 93618-0070
© 2018 - 2026. Todos os diretos reservados. Proibida a reprodução.
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

Perdeu sua senha?