No Rio de Janeiro, a Procuradoria-Geral da República (PGR) solicitou ao Supremo Tribunal Federal que Monique Medeiros, acusada de matar o próprio filho, Henry Borel, em março de 2021, retorne à prisão. O pedido foi dirigido ao ministro Gilmar Mendes na última quarta-feira.
Julgamento Adiado: Monique foi liberada em março deste ano após o adiamento do julgamento, que também envolve Jairo Souza Santos, o Dr. Jairinho, padrasto de Henry. A defesa de Jairinho abandonou a sessão, e a juíza decidiu relaxar a prisão de Monique devido ao abandono dos advogados.
O julgamento foi adiado para 25 de maio. A PGR argumenta que a soltura de Monique viola decisões anteriores do Supremo, que haviam determinado a continuidade da prisão. A Procuradoria defende que o adiamento do julgamento, causado pela defesa, não pode beneficiar os réus em um crime tão grave.
O pai de Henry, Leniel Borel, declarou que, como pai, assistente de acusação e vítima da tragédia, sempre acreditou que não era possível aceitar passivamente esse retrocesso. Leniel enfatizou que o filho Henry merece respeito e que a Justiça precisa prevalecer, não permitindo que um atraso provocado pela defesa enfraqueça a Justiça.
