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Justiça paulista determina nova prisão de dirigentes da empresa UPBus
Justiça

Justiça paulista determina nova prisão de dirigentes da empresa UPBus

Última atualização: 7 de Maio, 2026 16:05
Por
Erre Soares
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3 Min Leia
📷 Transwolf/Facebook
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O presidente afastado da empresa de transporte UPBus, Ubiratan Antônio da Cunha, e um sócio da companhia foram detidos novamente nesta segunda-feira, dia 7, em São Paulo. A decisão atende a um recurso do Ministério Público contra a liberdade provisória concedida aos investigados em janeiro deste ano, quando a Justiça havia substituído a prisão preventiva por medidas cautelares.

De acordo com informações da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, a nova ordem de prisão está ligada às investigações por lavagem de dinheiro e envolvimento com organização criminosa. Os dois executivos já haviam sido alvos da Operação Fim da Linha, deflagrada inicialmente em 2024 para apurar conexões entre empresas de ônibus da capital e a facção criminosa Primeiro Comando da Capital, o PCC.

Desdobramentos da operação

A investigação revelou que a UPBus era utilizada para ocultar a origem ilícita de valores provenientes de crimes como tráfico de drogas e roubos. Segundo a denúncia do Ministério Público, entre 2014 e 2024, integrantes da facção injetaram mais de 20 milhões de reais em uma cooperativa de transporte da zona leste, que posteriormente deu origem à empresa. Esse aporte financeiro foi determinante para que a companhia conseguisse participar da licitação do transporte público municipal em 2015.

Diante das evidências colhidas durante a operação, a prefeitura de São Paulo tomou medidas administrativas severas. Em fevereiro deste ano, o contrato de concessão da UPBus foi rescindido oficialmente por meio de publicação no Diário Oficial. O serviço de transporte nas linhas atendidas pela empresa foi transferido para a companhia Alfa RodoBus, encerrando a participação da investigada no sistema municipal.

Logo após a deflagração da operação, o poder público municipal já havia nomeado um interventor para assumir a operação imediata das linhas, garantindo a continuidade do serviço aos passageiros. Até o momento, a defesa dos dirigentes presos não foi localizada para comentar as novas ordens de prisão. O processo segue em tramitação sob sigilo judicial para assegurar o prosseguimento das apurações sobre o esquema de lavagem de ativos na capital paulista.

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