O domingo, dia 25, mobiliza 158,7 milhões de brasileiros em um novo comparecimento às urnas. A dinâmica do voto neste segundo turno, focado na escolha para presidente e, em estados específicos, para governador, exige atenção especial quanto à organização das filas nos locais de votação.
A legislação eleitoral define critérios claros sobre quem tem preferência para acessar a cabina. No topo da lista está a prioridade absoluta: eleitores com mais de 80 anos. Eles não precisam aguardar qualquer tempo de espera na fila e o benefício se estende ao acompanhante que os auxilie no processo.
Além dessa faixa etária, o sistema garante atendimento preferencial a um grupo extenso. Incluem-se nesta categoria os idosos acima de 60 anos, pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, enfermos, autistas e obesos. Gestantes, lactantes e responsáveis por crianças de colo também possuem o mesmo direito, assim como os doadores de sangue.
O fluxo de trabalho no pleito também demanda que certas autoridades e profissionais envolvidos diretamente na logística tenham o direito de passagem. Estão contemplados nessa lista os candidatos, juízes eleitorais e seus auxiliares diretos, além dos servidores da Justiça Eleitoral e promotores que atuam na fiscalização do dia de votação. Militares e agentes de segurança que estejam em serviço também integram o grupo com prioridade garantida.
A organização dessas filas nas seções é uma responsabilidade compartilhada pela equipe de mesários, sob supervisão da Justiça Eleitoral, para assegurar que o exercício do voto ocorra com a fluidez necessária, respeitando as condições individuais de cada cidadão e as exigências operacionais da logística do dia.
