O Tabloide BrasilO Tabloide BrasilO Tabloide Brasil
  • Sociedade
    • Natureza
    • Economia
    • Nacional
    • Política
    • Segurança
    • Turismo
  • Saúde
    • Ciência
  • Esportes
  • Justiça
  • Mundo
  • Cultura
    • Artes
    • História
    • Literatura
  • Colunas
    • Bem Estar
    • Esporte
    • Jurídico
    • Negócios
  • Tech
    • Internet
Notificação Mostre mais
Resizer fonteAa
O Tabloide BrasilO Tabloide Brasil
Resizer fonteAa
  • Sociedade
  • Saúde
  • Esportes
  • Justiça
  • Mundo
  • Cultura
  • Colunas
  • Tech
Search
  • Sociedade
    • Natureza
    • Economia
    • Nacional
    • Política
    • Segurança
    • Turismo
  • Saúde
    • Ciência
  • Esportes
  • Justiça
  • Mundo
  • Cultura
    • Artes
    • História
    • Literatura
  • Colunas
    • Bem Estar
    • Esporte
    • Jurídico
    • Negócios
  • Tech
    • Internet
Siga-NOS
Setores sob risco com possível sobretaxa dos Estados Unidos ao comércio brasileiro
Economia

Setores sob risco com possível sobretaxa dos Estados Unidos ao comércio brasileiro

Última atualização: 2 de Junho, 2026 19:16
Por
Erre Soares
Compartilhar
4 Min Leia
📷 Rovena Rosa/Agência Brasil
Compartilhar

Brasília (DF) – O governo brasileiro começa a mapear os danos de uma eventual medida protecionista vinda de Washington. Márcio Elias Rosa, titular do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, expôs nesta terça-feira (2) um cenário de alerta para a indústria nacional caso a administração dos Estados Unidos confirme a cobrança de uma tarifa de 25% sobre mercadorias produzidas no Brasil. O levantamento oficial coloca em xeque nada menos que 21% de tudo o que o País exporta atualmente para aquele mercado.

O foco das preocupações recai sobre setores que entregam itens de maior valor agregado, com especial peso para o segmento de máquinas e equipamentos industriais. Conforme avaliação da cúpula do MDIC, essa taxação não seria apenas um problema de balança comercial; trata-se de um gargalo direto na manutenção de postos de trabalho e na viabilidade de cadeias produtivas inteiras. Além das máquinas, a lista de itens sensíveis inclui artefatos de plástico, a indústria de calçados, produtos de madeira — com foco em esquadrias —, papel cartão, ferro fundido, além do setor de peixes e crustáceos.

A posição foi detalhada em Brasília por Márcio Rosa, ao lado do vice-presidente Geraldo Alckmin e do ministro da Fazenda, Dario Durigan. O trio tenta costurar uma resposta diplomática e técnica ao documento emitido pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos na segunda-feira (1º), que serviu de estopim para a discussão.

Soberania e o impasse do Pix

Houve uma linha divisória clara no discurso do governo: negociação econômica é uma coisa, soberania é outra. Sob diretriz do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a gestão fechou questão sobre a independência do sistema de pagamentos instantâneos brasileiro. O Pix não é, sob nenhuma circunstância, uma peça que possa ser movida no tabuleiro das concessões bilaterais.

“Não há hipótese”, afirmou o ministro sobre a inclusão da ferramenta em pautas de diálogo internacional. Existe, no entanto, um incômodo crescente na Esplanada com o que o ministro chamou de “complicadores” que surgem justamente nos momentos de avanço diplomático. Márcio Rosa não evitou personalizar o desgaste e apontou críticas à atuação do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

Segundo o ministro, a recente passagem do parlamentar pela Casa Branca, focada em pautar a classificação do Comando Vermelho e do PCC como organizações terroristas, tem produzido efeitos colaterais. Para o governo, essa estratégia atravessa o trabalho de inteligência que já é desenvolvido de forma cooperada entre a Polícia Federal brasileira e os órgãos americanos. É o que o Planalto interpreta como uma iniciativa que, em última análise, desafina a voz do Estado brasileiro perante o governo estrangeiro.

Canais diplomáticos

Apesar da retórica, o Ministério insiste que a mesa de negociações não está interditada. O histórico de conversas entre Brasília e Washington, segundo o governo, tem sido preservado desde o encontro entre os presidentes Lula e Donald Trump. A equipe técnica aponta que, entre agendas formais e mesas de discussão, o diálogo com o USTR é recorrente, somando ao menos quatro reuniões de peso recente — incluindo uma tratativa de bastidores finalizada na última sexta-feira (29).

MARCADOcomércio exteriorEconomia BrasileiraEstados Unidosindústria nacionaltarifas de importação
Compartilhe este artigo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Reddit Telegram Email Cópia de Link
Sem comentários

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Últimas Notícias

Polícia Federal cumpre mandados de busca contra o ex-governador Cláudio Castro
Esquema de lavagem de dinheiro do Comando Vermelho é alvo de operação interestadual
Segurança
Brasil eua: indignação com tarifas propostas em meio a diálogo tenso e acusações
Brasil eua: indignação com tarifas propostas em meio a diálogo tenso e acusações
Economia
Monique Medeiros suspeita que foi dopada no dia da morte de Henry
Monique Medeiros suspeita que foi dopada no dia da morte de Henry
Justiça
Brasil: Escritor Carlos Seixas lançou livro sobre o “Mundial de Futebol de 2014”
Cultura Esportes
- Advertisement -
Ad image

Você pode gostar também!

mercado-reduz-previsao-da-inflacao-de-4,75%-para-4,65%-este-ano
Economia

Mercado reduz previsão da inflação de 4,75% para 4,65% este ano

6 Min Leia

País passa por transformação da infraestrutura nacional, diz ministro

2 Min Leia

BB torna-se primeiro banco a oferecer iniciação de pagamentos com Pix

3 Min Leia

EUA fecham entendimento de US$ 565 milhões com empresa brasileira de mineração

2 Min Leia
O Tabloide Brasil
  • Política Privacidade
  • Termos e Condições
© 2018 - 2026. Todos os diretos reservados. Proibida a reprodução. Desenvolvido por Agência Caparaó.
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

Perdeu sua senha?