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Tensões no Oriente e petróleo mais caro impactam projeção de inflação da Fazenda para 2026.
Economia

Tensões no Oriente e petróleo mais caro impactam projeção de inflação da Fazenda para 2026.

Última atualização: 13 de Março, 2026 17:50
Por
Erre Soares
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5 Min Leia
📷 Marcello Casal Jr/Agência Brasil/Arquivo
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O Ministério da Fazenda revisou para cima a previsão de inflação para 2026, por conta da oscilação nos preços do petróleo no mercado internacional e das tensões no Oriente Médio, conforme divulgado nesta sexta-feira (13) pela Secretaria de Política Econômica (SPE).

Contents
  • Petróleo e Combustíveis
  • Inflação e Câmbio
  • Crescimento e Cenários Futuros

O principal índice de preços, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), deve fechar o próximo ano em 3,7%. A estimativa anterior era um pouco menor, de 3,6%.

Apesar dessa mudança na inflação, o governo manteve a projeção para o crescimento da economia, o Produto Interno Bruto (PIB), em 2,3% para o ano de 2026.

Segundo a pasta, essa atualização das projeções reflete principalmente o aumento do preço do petróleo lá fora, o que encarece os combustíveis aqui no Brasil.

Petróleo e Combustíveis

A SPE elevou a expectativa para o preço médio do petróleo, que agora é de US$ 73,09 por barril em 2026. Antes, a previsão era de US$ 65,97, o que representa uma alta de cerca de 10,8%.

Essa alta nos preços foi incluída nas projeções econômicas, considerando que uma parte do aumento nas refinarias será repassada para o consumidor final, ou seja, para o preço dos combustíveis na bomba.

O estudo calcula que entre 20% e 30% do preço praticado pelas distribuidoras chegará ao valor final que o motorista paga. Por outro lado, a valorização do real frente ao dólar ajuda a diminuir um pouco essa pressão.

Inflação e Câmbio

A atualização das previsões também levou em conta o comportamento recente do câmbio. A cotação média do dólar para 2026 caiu de R$ 5,43 para R$ 5,32, o que contribui para segurar parte do impacto inflacionário.

A SPE detalhou que cada alta de 1% no preço do petróleo pode elevar o IPCA em 0,02 ponto percentual. Já a valorização de 1% do real frente ao dólar pode reduzir a inflação em 0,06 ponto percentual.

Outros indicadores de preços também foram revisados. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) passou de 3,7% para 3,8%, enquanto o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) subiu de 4,6% para 4,9%.

O IGP-DI é mais sensível às variações do petróleo porque inclui itens do atacado, como produtos da indústria extrativa, derivados de petróleo e fertilizantes, que têm seus custos diretamente ligados à commodity.

Crescimento e Cenários Futuros

Mesmo com o aumento dos preços, o governo manteve a projeção de crescimento econômico de 2,3% para 2026. Isso acontece porque o Brasil se tornou um exportador líquido de petróleo e seus derivados.

Com a valorização da commodity, o país pode ampliar o superávit comercial, aumentar a arrecadação com royalties e impostos do setor, e impulsionar a atividade de extração e segmentos relacionados.

Em cenários mais extremos de alta do petróleo, simulados pela SPE, o PIB poderia até ganhar 0,36 ponto percentual a mais, mas com uma pressão ainda maior sobre a inflação.

As projeções de crescimento para os principais setores da economia em 2026 foram mantidas com poucas mudanças: Agropecuária com 1,2%, Indústria com 2,2% e Serviços com 2,4%.

A equipe econômica explicou que o desempenho da indústria em 2025 ficou abaixo do esperado, o que acabou reduzindo o impacto dos resultados passados para o crescimento do setor em 2026.

A SPE também simulou situações mais graves ligadas ao conflito no Oriente Médio, como uma guerra prolongada envolvendo o Irã. No cenário mais extremo, o PIB poderia crescer 0,36 ponto percentual adicional, a inflação subir até 0,58 ponto percentual e a arrecadação federal aumentar até R$ 96,6 bilhões.

Segundo o secretário de Política Econômica, Guilherme Mello, projeções mais adversas dependeriam de interrupções significativas na oferta global de petróleo. É importante notar que essas projeções ainda não consideram medidas do governo para reduzir o impacto da alta dos combustíveis.

MARCADOEconomia BrasileiraInflaçãoOriente MédioPetróleoProjeções Econômicas
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