O Tabloide BrasilO Tabloide BrasilO Tabloide Brasil
  • Sociedade
    • Natureza
    • Economia
    • Nacional
    • Política
    • Segurança
    • Turismo
  • Saúde
    • Ciência
  • Esportes
  • Justiça
  • Mundo
  • Cultura
    • Artes
    • História
    • Literatura
  • Colunas
    • Bem Estar
    • Esporte
    • Jurídico
    • Negócios
  • Tech
    • Internet
Notificação Mostre mais
Resizer fonteAa
O Tabloide BrasilO Tabloide Brasil
Resizer fonteAa
  • Sociedade
  • Saúde
  • Esportes
  • Justiça
  • Mundo
  • Cultura
  • Colunas
  • Tech
Search
  • Sociedade
    • Natureza
    • Economia
    • Nacional
    • Política
    • Segurança
    • Turismo
  • Saúde
    • Ciência
  • Esportes
  • Justiça
  • Mundo
  • Cultura
    • Artes
    • História
    • Literatura
  • Colunas
    • Bem Estar
    • Esporte
    • Jurídico
    • Negócios
  • Tech
    • Internet
Siga-NOS
pedestrians on street in city
Sociedade

O mapa da pele: como se divide a população mundial e o que a ciência diz sobre nossas cores

Sem respaldo biológico, a diversidade de tons da humanidade revela uma história de adaptação ao clima e aponta para uma virada demográfica nas próximas décadas.

Última atualização: 30 de Julho, 2026 10:57
Por
Erre Soares
Compartilhar
5 Min Leia
Photo by Wallace Chuck on Pexels.com
Compartilhar

O planeta Terra atingiu recentemente a marca histórica de 8,3 bilhões de habitantes. Mas se fôssemos pintar um quadro com o rosto de toda a humanidade, quais cores predominariam? Embora a contagem exata por “cor de pele” seja impossível — já que nenhum órgão internacional, como a ONU, divide a humanidade por cores —, cruzamentos de dados geográficos, demográficos e genéticos nos ajudam a entender como o mosaico humano está distribuído.

Ao contrário do que o senso comum dita, o mundo não é dividido em “caixas” rígidas de cores. O que existe é um espectro contínuo de tons que variam de acordo com a quantidade de melanina. Ainda assim, olhando para as grandes regiões do globo, cientistas e demógrafos estimam que os povos de origem asiática (com tons que vão do oliva ao bege) formam a maior parte da humanidade, representando entre 55% e 60% da população mundial.

Em seguida, os povos da África Subsariana (de pele escura) e os de matriz europeia (de pele clara) disputam as posições seguintes, cada grupo representando entre 12% e 18% do total global. Populações árabes, latinas miscigenadas e povos indígenas completam o restante do mapa humano.

O mito das raças e a biologia do Sol

Para o jornalismo e para a ciência moderna, falar sobre a cor da pele da população mundial exige, antes de tudo, desfazer um preconceito histórico: do ponto de vista biológico, raças humanas não existem.

“O conceito de raça é uma construção social e política, não genética”, explicam os antropólogos evolutivos. O DNA de qualquer ser humano no planeta é 99,9% idêntico ao de outro. A variação na cor da pele é apenas uma resposta adaptativa dos nossos ancestrais à radiação ultravioleta (UV) do Sol.

Há milhares de anos, à medida que os primeiros humanos migravam da África para outras partes do mundo, seus corpos se adaptavam ao ambiente:

  • Perto do Equador: A pele escura evoluiu para proteger o organismo contra a destruição do ácido fólico causada pelos fortes raios UV.
  • Longe do Equador: Em regiões com menos luz solar, como o norte da Europa e da Ásia, a pele clara evoluiu para permitir que o corpo absorvesse raios UV suficientes para sintetizar a vitamina D, essencial para os ossos.

Por que é impossível ter um número exato?

Se você tentar buscar um dado oficial e fechado sobre “quantos brancos ou negros existem no mundo”, não encontrará. O principal motivo é que cada nação mede a sua população de forma diferente.

No Brasil, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) utiliza a autodeclaração baseada em cinco categorias: brancos, pardos, pretos, amarelos e indígenas. Já nos Estados Unidos, o censo mistura cor da pele com origem geográfica e cultural, separando grupos como “hispânicos” e “afro-americanos”.

Por outro lado, a maioria dos países da Europa proíbe por lei que o governo pergunte a etnia ou a cor da pele dos cidadãos em censos oficiais. Essa medida foi adotada após a Segunda Guerra Mundial para evitar que esse tipo de dado fosse usado para perseguições e discriminação estatal.

O futuro é jovem e tem cor

O mapa de cores da humanidade não é estático. Ele está mudando rapidamente devido às taxas de natalidade. Enquanto a Europa e a Ásia Oriental enfrentam um rápido envelhecimento e diminuição da população, a África Subsariana vive uma explosão demográfica.

A idade média no continente africano é de apenas 18 anos, e as projeções da ONU indicam que, até 2050, uma em cada quatro pessoas no mundo será africana. Isso significa que, nas próximas décadas, a proporção de pessoas com tons de pele mais escuros aumentará significativamente, mudando a cara — e as cores — do nosso planeta.

Compartilhe este artigo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Reddit Telegram Email Cópia de Link
Sem comentários

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Últimas Notícias

Aplicativo da ANP permite verificar histórico e qualidade de postos de combustíveis no Brasil
Senado aprova redução de impostos sobre combustíveis e o texto segue para sanção presidencial
Política
Copa Davis retorna ao Rio de Janeiro com início da venda de ingressos para duelo com Suíça
Palmeiras empata com Cerro Porteño em São Paulo após sofrer gol nos acréscimos
Esportes
Instalação de comissão da taxa das blusinhas fica para setembro após impasse no Congresso
Instalação de comissão da taxa das blusinhas fica para setembro após impasse no Congresso
Política
Copinha de Joaquim Salles conquista prêmio principal no festival Cinefoot 2024
Copinha de Joaquim Salles conquista prêmio principal no festival Cinefoot 2024
Esportes
- Advertisement -
Ad image

Você pode gostar também!

Barragem em antiga mina de urânio em Minas é colocada em emergência

4 Min Leia

Emirados Árabes enviarão três aviões com doações para o Rio Grande do Sul

2 Min Leia

Apagão cibernético afetou voos da Azul e aplicativo do Bradesco

6 Min Leia
Sociedade

Feminicídio quase dobra em São Paulo em 4 anos e bate recorde no Brasil em 2025

O Tabloide Brasil
  • Política Privacidade
  • Termos e Condições
Contato: Telefone: +351 919 895 989 – +55 21 93618-0070
© 2018 - 2026. Todos os diretos reservados. Proibida a reprodução.
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

Perdeu sua senha?