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Alerj cobra apuração rigorosa sobre morte de pedreiros em ação da PM no Rio
Educação

Alerj cobra apuração rigorosa sobre morte de pedreiros em ação da PM no Rio

Última atualização: 28 de Maio, 2026 17:27
Por
Erre Soares
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2 Min Leia
📷 Fernando Frazão/Agência Brasil
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A Comissão de Defesa dos Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) exige respostas imediatas sobre a morte de dois pedreiros durante uma operação da Polícia Militar no Jardim Catarina, em São Gonçalo. Marcelo da Cruz Silva, de 41 anos, e Edivan Felipe de Assis, de 46, foram atingidos por disparos de agentes enquanto seguiam para o trabalho em uma motocicleta, carregando suas ferramentas e marmitas.

A suspeita é de que os trabalhadores tenham sido confundidos com criminosos em uma área sob domínio do tráfico. A deputada estadual Dani Monteiro, que preside a comissão, defende uma investigação independente e minuciosa — o que inclui a preservação imediata das imagens das câmeras corporais e perícia detalhada no local. Ofícios já foram protocolados junto à Secretaria de Segurança, ao comando do batalhão envolvido e ao Ministério Público.

Em nota oficial, a Polícia Militar lamentou o ocorrido e afirmou estar colaborando com as autoridades para esclarecer as circunstâncias da ação. Enquanto a Delegacia de Homicídios ouve testemunhas e os policiais envolvidos, as armas utilizadas na operação foram apreendidas para confronto balístico. A revolta dos moradores e familiares, que chegaram a bloquear a BR-101 em protesto, foi contida pela própria polícia com uso de spray de pimenta e balas de borracha.

MARCADOAlerjDireitos HumanosPolícia MilitarSão GonçaloSegurança Pública
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