Mato Grosso do Sul (MS) – O eleitorado de Mato Grosso do Sul, composto por 2.024.884 pessoas aptas ao voto, volta às urnas em outubro de 2026 para decidir o futuro do Poder Executivo estadual e as composições do Legislativo. O pleito, marcado para o dia 4, definirá os ocupantes do governo, além de eleger o próximo presidente, senadores e os representantes nas esferas federal e estadual. Caso nenhum candidato alcance a maioria absoluta dos votos válidos, a decisão será postergada para o segundo turno, agendado para o dia 25 do mesmo mês.
O perfil demográfico dos votantes revela um cenário diversificado. As mulheres compõem 53% do corpo eleitoral, enquanto os homens representam 47%. No quesito raça e cor, a autodeclaração aponta uma maioria de pardos, somando 49,62%. Na sequência, estão os eleitores brancos, com 38,84%; pretos, com 6,79%; indígenas, com 3,94%; e amarelos, com 0,82%.
Na corrida pelo Palácio Guaicurus, oito nomes figuram na lista oficial. A ordem apresentada abaixo segue o nome registrado na urna eletrônica:
Daniel Lemes Vasques, do PCO, encabeça a lista alfabética. Ele disputa o pleito ao lado de Delcídio do Amaral Gomez, representante da Federação Renovação Solidária, composta pelo PRD e Solidariedade. O leque de opções inclui ainda o economista Renato Wanderley Gomes, que concorre pelo DC.
O atual cenário contempla também Eduardo Correa Riedel, que lidera a coligação Fazendo o Futuro Acontecer. Na sequência, aparece o nome de Fabio Ricardo Trad, com o grupo Por um MS do Povo. A disputa ganha tração com Jeferson Jose Bezerra, filiado ao partido Agir, e João Henrique Miranda Soares Catan, que representa o Novo.
Completando a relação de postulantes, Lucien Roberto Garcia de Rezende é a alternativa apresentada pela federação entre PSOL e Rede. Com o cronograma eleitoral consolidado, o foco das campanhas migra agora para a conquista definitiva da confiança popular, transformando números censitários em votos nominais nas urnas espalhadas pelo estado.
