O Tabloide BrasilO Tabloide BrasilO Tabloide Brasil
  • Sociedade
    • Natureza
    • Economia
    • Nacional
    • Política
    • Segurança
    • Turismo
  • Saúde
    • Ciência
  • Esportes
  • Justiça
  • Mundo
  • Cultura
    • Artes
    • História
    • Literatura
  • Colunas
    • Bem Estar
    • Esporte
    • Jurídico
    • Negócios
  • Tech
    • Internet
Notificação Mostre mais
Resizer fonteAa
O Tabloide BrasilO Tabloide Brasil
Resizer fonteAa
  • Sociedade
  • Saúde
  • Esportes
  • Justiça
  • Mundo
  • Cultura
  • Colunas
  • Tech
Search
  • Sociedade
    • Natureza
    • Economia
    • Nacional
    • Política
    • Segurança
    • Turismo
  • Saúde
    • Ciência
  • Esportes
  • Justiça
  • Mundo
  • Cultura
    • Artes
    • História
    • Literatura
  • Colunas
    • Bem Estar
    • Esporte
    • Jurídico
    • Negócios
  • Tech
    • Internet
Siga-NOS
Política

Pablo Marçal é condenado novamente pela Justiça Eleitoral por esquema de impulsionamento ilegal em campanha

Última atualização: 27 de Abril, 2025 20:02
Por
Tales Santos Vieira
Compartilhar
3 Min Leia
Compartilhar

A Justiça Eleitoral de São Paulo condenou o influenciador Pablo Marçal pela segunda vez por irregularidades cometidas durante sua campanha à prefeitura da capital em 2024. Desta vez, a decisão do juiz Antonio Maria Patiño Zorz, da 1ª Zona Eleitoral, considerou ilegal a estratégia de “cortes remunerados” utilizada pelo empresário, que pagava terceiros para editar e viralizar seus vídeos nas redes sociais.

Os principais pontos da condenação:

  • Inelegibilidade por 8 anos (não cumulativa com a primeira condenação)
  • Multa de R$ 420 mil
  • Configuração de abuso de poder midiático e econômico

Como funcionava o esquema:
Marçal desenvolveu um sistema onde remunerava “cortadores” de conteúdo através de um aplicativo que pagava por visualizações. Esses editores produziam versões reduzidas de seus vídeos e as disseminavam em múltiplas páginas para criar uma falsa impressão de apoio orgânico. A estratégia incluiu ainda sorteios de R$ 200 e distribuição de brindes como bonés para quem compartilhasse sua propaganda eleitoral.

Reação da defesa:
A assessoria do empresário classificou a decisão como “temporária” e anunciou que apresentará recurso. “Cumprimos todos os requisitos legais durante a campanha. Confio na Justiça e estou certo de que vamos reverter”, afirmou Marçal em nota.

Contexto processual:
Esta segunda condenação analisou uma ação movida pelo PSB, diferente da primeira (em fevereiro), que julgou denúncias da coligação PSOL-PSB. Na ocasião anterior, foi comprovada a venda de apoio a vereadores em troca de doações de campanha via PIX.

Especialista explica:
Fernando Neisser, professor de Direito Eleitoral da FGV-SP, esclarece que as inelegibilidades não se somam, mas que duas condenações tornam mais difícil reverter a situação em instâncias superiores. O magistrado destacou em sua decisão que os vídeos com ofertas de pagamento alcançaram milhões de seguidores através do TikTok, YouTube e Instagram, configurando claro abuso de poder midiático.

A sentença considerou ainda que o esquema de cortes remunerados caracterizou gasto ilícito de recursos por criar um sistema de impulsionamento artificial de conteúdo eleitoral, burlando as regras de fiscalização da Justiça Eleitoral. A decisão, que ainda pode ser recorrida, reforça o entendimento de que estratégias de viralização paga configuram vantagem indevida no processo eleitoral.

Compartilhe este artigo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Reddit Telegram Email Cópia de Link
Sem comentários

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Últimas Notícias

PIX por aproximação permite consulta de saldo antes da finalização da compra
PIX por aproximação permite consulta de saldo antes da finalização da compra
Tech
Câmara Legislativa aprova empréstimo de 6,6 bilhões de reais para cobrir rombo no BRB
Operação Parasitas desarticula esquema de descontos ilegais em benefícios de aposentados do DF
Segurança
Magistrados podem perder cargo com fim da aposentadoria compulsória como punição disciplinar
Magistrados podem perder cargo com fim da aposentadoria compulsória como punição disciplinar
Justiça
Banco Digimais, de Edir Macedo, torna-se alvo da PF em apuração sobre fraudes contábeis
Banco Digimais, de Edir Macedo, torna-se alvo da PF em apuração sobre fraudes contábeis
Negócios
- Advertisement -
Ad image

Você pode gostar também!

O 13º salário dos reformados será antecipado para abril e maio; Lula validou norma nesta quinta-feira

3 Min Leia
Especialistas realizam auditoria final em melhorias de segurança das urnas eletrônicas
Política

Especialistas realizam auditoria final em melhorias de segurança das urnas eletrônicas

2 Min Leia
Política

Governadores e chefes de poderes se reúnem com Bolsonaro

2 Min Leia

STF marca julgamento de denúncia contra Eduardo Bolsonaro por coação no curso do processo

2 Min Leia
O Tabloide Brasil
  • Política Privacidade
  • Termos e Condições
© 2018 - 2026. Todos os diretos reservados. Proibida a reprodução. Desenvolvido por Agência Caparaó.
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

Perdeu sua senha?