O domingo eleitoral em São Paulo registrou a troca de 219 urnas eletrônicas até as 15h. O balanço, divulgado pelo Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), aponta que o volume de problemas técnicos permanece em um patamar reduzido, representando somente 0,19% do contingente total de máquinas distribuídas pelos municípios paulistas.
Do total de equipamentos substituídos, 55 estavam instalados em seções da capital paulista. A dinâmica de contingência faz parte do planejamento logístico para garantir a continuidade do pleito.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) enfatizou que qualquer falha, seja de natureza mecânica ou eletrônica, não compromete a integridade do processo de votação. Os votos previamente armazenados nas máquinas afetadas permanecem preservados e não há interrupção do exercício do sufrágio pelo eleitor. A estrutura montada para este segundo turno envolveu a preparação de 114.605 urnas, número que inclui as unidades de reserva mantidas de prontidão para intervenções rápidas.
São Paulo mantém o posto de maior colégio eleitoral do Brasil. Atualmente, o estado contabiliza mais de 34,1 milhões de cidadãos aptos a comparecer às urnas, um contingente que representa aproximadamente 21,4% de todo o eleitorado nacional. A movimentação deste domingo focou exclusivamente na escolha para presidente da República, dado que a definição para o governo estadual ocorreu ainda no primeiro turno, com a reeleição de Tarcísio de Freitas.
