Brasília (DF) – A identificação da bactéria *Pseudomonas aeruginosa* em amostras de água mineral levou a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) a determinar o recolhimento de nada menos que 374 mil garrafas de um lote específico da água mineral natural sem gás, da marca Crystal. A medida, que inclui a suspensão da venda, afeta o lote P 200126, fabricado pela Mineração Bom Jesus em Luziânia, Goiás, e que teve ampla distribuição pelo Distrito Federal, Goiás, Tocantins e interior de São Paulo.
O processo de retirada do produto das prateleiras e dos lares dos consumidores teve início de forma voluntária, logo após a detecção inicial da bactéria. Para certificar-se da segurança e da qualidade, uma contraprova foi solicitada, e infelizmente, confirmou o resultado positivo. Para quem se lembra de notícias recentes, a mesma *Pseudomonas aeruginosa* apareceu sob os holofotes há pouco tempo, associada a detergentes de outra marca, um detalhe que certamente acende um alerta na cadeia de fiscalização sanitária.
Apesar da gravidade da descoberta, há um ponto tranquilizador neste momento: até o presente, a agência não recebeu nenhum registro de reclamação vinda de consumidores em relação a esse lote. Além disso, segundo informações divulgadas, 99% das garrafas afetadas já teriam sido recolhidas do mercado. Ainda assim, para evitar qualquer risco, é fundamental que o consumidor verifique o produto que tem em casa.
O lote em questão, P 200126, tem como data de fabricação o dia 20 de janeiro deste ano e a validade se estende até 20 de janeiro do próximo ano. Essa informação está impressa nas garrafas, logo acima do rótulo, próximo à tampa. Portanto, um olhar rápido pode esclarecer se sua garrafa faz parte do lote afetado.
Se, ao conferir, você identificar o lote P 200126, a orientação é clara: não consuma a água sob nenhuma hipótese. Entre em contato diretamente com a empresa responsável para mais informações e providências, ligando para o telefone 08000615000 ou enviando um e-mail para contato@brasal.com.br.
